Colunistas

Ana Oliveira nasceu em Arrifana, concelho de Santa Maria da Feira, e reside em S. João da Madeira.
Estudou na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde concluiu o curso de Línguas e Literaturas Modernas – variante Português e Francês. É professora de português e professora bibliotecária no Agrupamento de Escolas João da Silva Correia.
É autora dos contos: Do cinzento ao azul celesteO santo guloso; “Palavras à solta”(incluído na antologia Papá, só mais uma); “Nyambura” (incluído na antologia 39 poemas e contos contra o racismo – 1º lugar, no concurso de poesia/conto contra o racismo, promovido pelo Alto Comissariado para as Migrações); Em poucas palavras (microcontos em 77 palavras); Os dias são assim.
Gere um blogue pessoal onde publica parte da sua produção literária: http://www.livro-leitor.blogspot.com.

Sílvia Mota Lopes, Braga, 1970.

Poeta, pintora, ilustradora, autora de literatura infantil e juvenil.

Editou: Alícia no Bosque (texto e ilustração), 2012; Ser dia e noite ser (texto), 2013; A magia de Auris (Ilustração), 2013; Chegaste primeiro (ilustração), 2014; É aqui que ela mora (texto), 2015; O cavalinho que queria saber a que cheira a primavera (ilustração), 2015; Pássaro de mil cores (autora do libreto da ópera infantil), 2016; Esboço (poesia), 2017; Aqui há gato (ilustração), 2017; Estrela Watato (ilustração), ano 2017; Quando somos nuvens (ilustração), 2018; Dar corda às palavras (texto), 2018

Exposições: Mito. Sonho. Realidade, Casa dos Crivos, Braga, 1994; Mito. Sonho. Realidade, Casa da Cultura, Póvoa de Lanhoso, 1995; Mito. Sonho. Realidade, Galeria Muralha, Guimarães, 1996; Alícia no bosque, Livraria Centésima Página, Braga, 2011; Pinto palavras, Livraria Centésima Página, Braga, 2014; Ponte de Lima e as suas lendas, Biblioteca Municipal Ponte de Lima, 2015

Armando Requeixo (Mondoñedo, Galiza, 1971). Crítico literario, investigador e profesor, desempeña o seu labor como secretario no Centro Ramón Piñeiro para a Investigación en Humanidades e docente na Universidade de Santiago de Compostela.

Como ensaísta e estudoso ocupouse da obra de Ánxel Fole, Luís Seoane, Celso Emilio Ferreiro, Victoriano Taibo, Xosé María Díaz Castro, Manuel Leiras Pulpeiro, Ramón Piñeiro, Xosé Díaz Jácome ou Xosé Neira Vilas, entre outros, e ten publicado numerosos textos sobre Mondoñedo e o seus autores, particularmente verbo da figura de Álvaro Cunqueiro, ao que dedicou a monografía Álvaro Cunqueiro e Mondoñedo (2017).

Recibiu diversas distincións, entre elas o Premio Xerais á Cooperación Editorial (2004), o Premio Literario Ánxel Fole (2010) ou o Premio Xornalístico Manuel Reimóndez Portela (2017).

Como crítico literario exerce como comentarista habitual nos xornais do Grupo Editorial Prensa Ibérica (Faro de Vigo, La Opinión), do Grupo La Capital (El Ideal Gallego, Diario de Ferrol, Diario de Arousa, Diario de Bergantiños) e no Diario Cultural da Radio Galega.

Dende outubro do 2019 é Coordinador de Publicacións e Actividades da Casa-Museo Álvaro Cunqueiro.

Sara Reis da Silva é professora auxiliar na Universidade do Minho (Instituto de Educação). É doutorada em Literatura para a infância pela Universidade do Minho, com uma tese intitulada Presença e Significado de Manuel António Pina na Literatura Portuguesa para a Infância e a Juventude (2009). 

Desenvolve a sua docência e a sua investigação na área dos estudos literários e, em particular, da literatura de potencial recepção infanto-juvenil. Integra a equipa responsável pelo projecto Gulbenkian – Casa da Leitura (http://www.casadaleitura.org/). É investigadora da rede temática de investigação ibérica «As Literaturas Infantis e Juvenis do Marco Ibérico» (www.usc.es/lijmi). 

Tem apresentado diversas comunicações em colóquios e congressos nacionais e internacionais. É autora de artigos/ensaios e recensões no referido âmbito investigativo. É colaboradora permanente da revista Malasartes [Cadernos de Literatura para a Infância e Juventude]. Publicou, em 2002, A Identidade Ibérica em Miguel Torga (Principia) e, em 2005, Dez Réis de Gente… e de Livros. Notas sobre literatura infantil(Caminho). 

Na colecção Percursos da Literatura infantojuvenil, da Tropelias & Companhia, publicou Encontros e Reencontros – Estudos sobre literatura infantil e juvenil (2010), Entre Textos – Perspectivas sobre literatura infantil e juvenil (2011), De capuz, chapelinho ou gorro – Recriações de O Capuchinho Vermelho na literatura portuguesa para a infância (2011) e Casas muito doces: reescritas infanto-juvenis de Hansel e Gretel (2015).

Manuela Mota Ribeiro nasceu em 1970, no Porto. Formou-se em Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e especializou-se em Medicina Física e de Reabilitação no Hospital de S. João.

Dedicou os primeiros anos da sua vida profissional à atividade médica e ao ensino universitário. Em 2008, lançou o seu primeiro livro infantil – Jardim do Arco-Íris – e, em 2009, o segundo – Kiko, o dentinho de leite –, ambos com música associada, da autoria da cantora Sofia Ribeiro, sua irmã. Nesse mesmo ano, abandonou a bata branca e, em 2010, deixou a Faculdade de Medicina do Porto, onde lecionava Anatomia Clínica, para se dedicar ao seu projeto literário – atualmente Jardim das histórias.

As suas 16 obras infantis visam promover a saúde e a educação das crianças e tentam reanimar alguns valores essenciais a uma sociedade sã e feliz.

Em janeiro de 2018, lançou o site www.manuelamotaribeiro.com, onde partilha, com todos aqueles que se interessam por temáticas relacionadas com a educação, educação para a saúde, autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, as aprendizagens que tem feito ao longo do seu percurso e que, segundo a autora, tiveram um poder transformador na sua vida.

Sofia Coelho Branco é o pseudónimo que a Cláudia Peneda adotou para assinar as suas histórias infantis que escreve para crianças e adultos. Sofia é o seu lado sonhador, o seu lado inocente: era Sofia – o seu segundo nome – que era chamada na primeira infância.

É autora do projeto Histórias para Acordar, com dois livros publicados… e mais alguns a caminho.

As Histórias para Acordar são mais do que uma coleção de livros para crianças, são a concretização de um propósito pessoal: o de inspirar e partilhar reflexões sobre ensinamentos da vida com o mundo. Para dar mais sentido a este projeto, cada livro traz consigo uma causa, uma missão.

O menino que vivia nas nuvens… e que sonhava viajar até às estrelas!, ensina-nos a sonhar e a perseguir os nossos sonhos até conquistarmos as nossas estrelas, pelo que têm sido doados livros a crianças com doença oncológica para as inspirar a não desistirem de concretizar os seus sonhos.

A tartaruga que decidiu ser e fazer diferente, leva-nos a refletir sobre a forma como fazemos as coisas, desafia-nos a sermos e a fazermos diferente quando faz sentido para nós, a escutarmos o nosso coração quando nos diz baixinho para mudarmos alguma coisa que não está bem. Este livro tem como missão homenagear crianças e jovens com necessidades especiais que todos os dias têm a coragem de serem diferentes e a capacidade de lidarem com a sua diferença, enfrentando a “indiferença” dos outros.

A próxima história, Fora da Caixa, vem abraçar uma nova causa…

Com a intenção de promover o gosto pelos livros, pela leitura, pela escrita, as Histórias para Acordar têm ainda dinamizado concursos relacionados com algumas das artes que o mundo das histórias envolve: a narração de histórias, a ilustração e a escrita.

O projeto Histórias para Acordar pode ser acompanhado nas redes sociais em https://www.facebook.com/historiasparaacordardesofiacoelhobranco e em https://www.instagram.com/historiasparaacordardasofia/.

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