As sextas-feiras em Guimarães sabem diferente.

As sextas-feiras em Guimarães sabem diferente. Como um mergulho no fim de semana apoiado na rede que as artes nos lançam. Este mergulho cultural inicia-se às 19h00 desta sexta-feira (19 junho), nos Jardins do Palácio Vila Flor (CCVF), com o The BJazz Choir. Nascido em finais de 2012, no ano em que Guimarães foi Capital Europeia da Cultura, associado à escola de jazz do Convívio, é atualmente uma entidade independente e constitui-se como The BJazz Choir Associação Cultural. A formação inclui elementos de várias profissões, oriundos não só de Guimarães mas também do Porto, Braga, Famalicão e Celorico de Basto. O repertório inclui arranjos originais criados propositadamente para o coro sobre temas de jazz, blues, soul, gospel, bossa nova e fado-jazz, sem esquecer a vertente pedagógica – um dos objetivos pretendidos com o projeto.

Ao longo destes anos, o BJazz Choir tem-se apresentado em vários eventos e festivais um pouco por toda a Península Ibérica, a cappella ou com acompanhamento de banda, tendo gravado recentemente (2018) o seu primeiro trabalho discográfico em estúdio. Em 2020 serão os organizadores do primeiro IMCMM (International Meeting of Choral Modern Music) e iniciam um conjunto de atividades paralelas à performance musical, na área da divulgação musical e em especial do jazz enquanto meio de aproximação cultural. Neste concerto, que colocará as vozes em potência revelando os seus virtuosismos, os Jardins do Palácio Vila Flor e o seu público testemunharão os virtuosismos do conjunto formado por Ana Silva, Diana Pereira, Joana Nuno (sopranos), Soraia Lemos, Carla Silva, Marta Moreira (mezzo-sopranos), Sara Pereira, Suzana Costa, Alice Cachada, Marisa Oliveira, Celina Tavares, Elisabete Abreu (contraltos), Filipe Gomes, Manuel Tur, Pedro Almeida, Alberto Araújo (tenores), André Carneiro, Eduardo Sousa (barítonos), Alexandrino Fontes, Tiago Simães (baixos), Mário Gonçalves (bateria), Albano Fonseca (baixo elétrico), com a direção musical e artística a cargo de Tiago Simães.

Mais tarde, levanta-se uma questão. Que transformações ocorrem quando as portas do museu se fecham e cessa a sua ligação com o exterior? É algo que teremos oportunidade de descobrir no ‘Turno da Noite’, uma desafiante visita noturna ao Centro Internacional das Artes José de Guimarães – numa hora em que habitualmente está encerrado ao público –, aos locais em que não é permitida a entrada a pessoas estranhas ao serviço, para ouvirmos histórias sobre peças que não estão expostas. Serão efetuadas três visitas de entrada livre (22h00, 22h30 e 23h00) para as quais os bilhetes poderão ser levantados com antecedência. Cada visita terá a duração aproximada de 30 minutos e uma lotação máxima de 7 pessoas, que terão oportunidade de realizar percursos de descoberta às reservas do CIAJG e assim conhecer os museus que existem dentro do MUSEU.

Lembre-se que entre 19 de junho e 10 de julho, a fruição das artes ocupará pátios, jardins e salas de museu com uma ‘ Lufada’ que nos irá confrontar com uma programação de artes performativas, visuais e ações formativas, onde foram trabalhadas as escalas, a diferente natureza das propostas e sobretudo o contexto de segurança da sua apresentação e vivência, para que a experiência da relação com os públicos seja integral. As próximas sextas-feiras em Guimarães serão deste modo diferentes, ao vivo e genericamente ao ar livre, seja na companhia da música com The BJazz Choir, Benjamim, Minta & The Brook Trout e Pedro Emanuel Pereira, ou aceitando o desafio que é Madame – conversas privadas em espaço público de António Alvarenga e Leonor Barata, assistindo ao filme-concerto Surdina, de Rodrigo Areias com música ao vivo de Tó Trips, ou vagueando no ‘Turno da Noite’ no CIAJG.

Nesta ‘Lufada’, o serviço de Educação e Mediação Cultural d’A Oficina promove também uma oferta de atividades para realizar em pequenos grupos, com família, com amigos, com a proximidade de sempre. Falamos de Visitas orientadas às exposições patentes na Casa da Memória, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor e Oficinas de artes plásticas e visuais, de tapeçaria e fotografia a decorrer preferencialmente no espaço exterior da Casa da Memória e do Centro Internacional das Artes José de Guimarães. Estas atividades são igualmente gratuitas e realizadas por marcação prévia obrigatória com, pelo menos, 5 dias de antecedência, através de telefone 253 424 716 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt. Para marcações para grupos com mais de 7 pessoas, é aconselhado contactar através do mesmo e-mail para serem definidas alternativas.

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