“Crónicas de Shaolin” é um género raro na literatura portuguesa

Em 2016, Patrícia Morais fez as malas e partiu para a China, onde viveu um ano a praticar Kung-fu todos os dias numa aldeia remota. Após o seu regresso, conta a experiência num livro publicado pela Coolbooks, chancela da Porto Editora.

Ao passo que a maior parte das meninas em Portugal cresciam a brincar às princesas, já Patricia Morais sonhava em tornar-se na próxima Power Ranger cor de rosa. E, foi assim que, ao sentir-se assolada por momentos de solidão e depressão ao longo da sua viagem pela América do Sul, Patricia pegou no seu portátil e se deparou com um anúnicio de uma escola de artes marciais na China.Durante o ano que passou na academia Kunyu Shan Martial Arts Academy, Patricia foi a única portuguesa. Aos 23 anos, sozinha num país desconhecido, mergulhou no estudo das mais antigas artes marciais e as suas diferentes modalidades, entre elas o wing chun, qigong, tai chi, baji e sanda. Dia após dia, durante 6 horas de treino diário, enfrentou desafios físicos, mas também enfrentou os seus demónios psicológicos. Tinha se inscrito na academia de Kunyu Shan para aprender a ser forte, conta no seu memoir “Crónicas de Shaolin”, mas ali aprendeu que a força não vem só dos músculos.

O seu novo livro, “Crónicas de Shaolin”, é um género raro na literatura portuguesa. É um livro de viagens, de Kung-Fu e de desenvolvimento pessoal. Um testemunho honesto e desassombrado das inseguranças que levaram Patricia Morais à academia, mas sem deixar de explorar como as artes marciais podem ser um estilo de vida capaz de enriquecer o espiríto. Um livro sobre a história do Kung-Fu, dos seus princípios e tradições, mas também sobre sucesso, lições de vida, dúvidas e romance.

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