Crise na década de 30

Ao longo dos anos 20, a economia americana tinha vindo a registar índices extraordinários de crescimento.

Mas tudo mudaria a partir de 1925, pois a Europa começou a recuperar e, por isso, a precisar cada vez menos de recorrer aos EUA. Como consequência, o mercado interno americano começou a estar saturado, o que acabou por conduzir à acumulação de stocks.

Para tentarem escoar os produtos, muitas empresas agrícolas e industriais baixaram os preços, evidenciando sinais de uma crise de superprodução. Para fazerem face à crise, algumas empresas reduziram a produção e desceram salários.

A especulação financeira, que se traduzia na compra e venda de acções na bolsa, conduziu ao crash da Bolsa de Nova Iorque, nos finais de 1929 (a chamada “quinta-feira negra”).

No dia 24 de outubro de 1929, milhares de acções foram postas à venda abaixo do seu valor real, sem, no entanto, conseguirem comprador, provocando o crash na Bolsa de Nova Iorque.

Os accionistas, incapazes de vender as acções, ficaram arruinados. Muitos bancos abriram

mesmo falência.

Em consequência, o desemprego alastrou, o que reduziu ainda mais o poder de compra, agravando-se assim a crise de superprodução.

Para resolver a crise, a maioria dos governos optou por politicas de intervenção do Estado na economia. Nos Estados Unidos, o Presidente Roosevelt pôs em prática o New Deal.

O ‘New Deal’ foi o nome dado à série de programas implementados nos Estados Unidos entre 1933 e 1937, sob o governo do presidente Franklin Delano Roosevelt, com o objetivo de recuperar e reformar a economia norte-americana, além de auxiliar os prejudicados pela Grande Depressão. O seu nome foi inspirado em Square Deal, nome dado por Theodore Roosevelt à sua política económica.

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