O fenómeno Greta Thumberg!

Na semana deves ter ouvido falar de Greta Thunberg. Hoje mesmo, a jovem ativista sueca Greta Thunberg foi distinguida com o “prémio Nobel Alternativo!, em Estocolmo.

Esta ativista do clima sueca, conhecida por ter protestado junto parlamento sueco, e por ser a líder do movimento Greve das escolas pelo clima, esteve em Nova Iorque, (local para onde foi de barco, para evitar a poluição provocado pela viagem de avião) na cimeira de ação climática das Nações Unidas, tendo sido recebida por António Guterres, secretário geral das Nações Unidas.

Quem é Greta Thumberg?

Greta Thunberg nasceu em 3 de janeiro de 2003. A sua mãe é Malena Ernman, uma cantora de ópera sueca. Seu pai é Svante Thunberg, ator. Seu avô é Olof Thunberg, ator e diretor.

Foi diagnosticada com síndrome de Asperger, transtorno obsessivo-compulsivo e mutismo seletivo.mEmbora reconheça algumas dificuldades por causa de seu diagnóstico, Thunberg diz que dependendo das circunstâncias, “ser diferente é um superpoder”.

A causa de Greta Thumberg

A 20 de agosto de 2018, quando frequentava o nono ano, Thunberg decidiu deixar de ir à escola até as eleições gerais de 2018 na Suécia, a 9 de setembro, depois das ondas de calor e incêndios que abalaram a Suécia.

Com esta ação, reivindicava a redução das emissões de carbono, de acordo com o Acordo de Paris, na Suécia. Para isso, sentou-se todos os dias junto do parlamento sueco, durante o horário escolar, com um cartaz que dizia «greve da escola pelo clima.»

Após as eleições gerais, Greta continuou a greve todas as sextas-feiras, tendo conquistado atenção mundial.

Protestos semelhantes foram organizados em outros países, como na Holanda, a Alemanha, a Finlândia e a Dinamarca. Na Austrália, por exemplo, milhares de estudantes foram inspirados por Thunberg a fazer greve na sexta-feira, ignorando os comentários do Primeiro-Ministro Scott Morrison que diziam “mais aprendizagem nas escolas e menos ativismo”.

Thunberg participou na manifestação Rise for Climate (Erga-se pelo clima) em frente ao Parlamento Europeu, em Bruxelas, e a Declaração de Rebelião organizada pela Extinção Rebelião em Londres.

As greves climáticas

As greves climáticas de setembro de 2019, também conhecidas como Semana Global do Futuro, são greves e protestos internacionais liderados por jovens e adultos para exigir que sejam tomadas medidas para combater as mudanças climáticas. As greves ocorreram esta semana, entre 20 de setembro, 27 de setembro. Os protestos ocorreram em 4.500 locais em 150 países.

A greve é a terceira greve global da greve escolar pelo movimento climático. A primeira greve em março de 2019 teve 1,6 milhão de participantes de mais de 125 países.

A segunda, que ocorreu em maio de 2019, foi marcado para coincidir com a eleição do Parlamento Europeu de 2019, consistindo em mais de 1.600 eventos em 125 países.

As terceiras greves ocorrerão entre 20 e 27 de setembro. Elas estão programadas para ocorrer durante as cimeiras das Nações Unidas na Cimeira do Clima para a Juventude (21 de setembro) e na Cimeira de Ação Climática (23 de setembro).[

27 de setembro também é o aniversário da publicação de Silent Spring, um livro de 1962 que foi fundamental para iniciar o movimento ambientalista.

Protestos

Os principais protestos ocorreram nos Estados Unidos, nomeadamente em Nova Iorque (onde ocorreu a Cimeira do Clima da ONU) e na capital Washington, D.C.

Outros protestos também ocorreram em dezenas de outros países ao redor do mundo.

Na Austrália, cerca de 300 mil pessoas foram às ruas em mais de 100 cidades; em Londres, Inglaterra, o número foi de 100 mil pessoas.

Na Alemanha, cerca de 1,4 milhão de pessoas compareceram nos protestos.

Milhares e milhares de pessoas também foram às ruas em África do Sul, Bolívia, Dinamarca, Países Baixos, Oceânia, Índia, Noruega, Polônia, Ucrânia e em diversos outros países.

Em Portugal, centenas de estudantes protestaram em Lisboa, reivindicando do governo por medidas ambientais, incluindo o encerramento de fábricas de carvão e gás no país, além de várias outras questões sobre o meio ambiente em Portugal.

Alem de protestar…

Protestar, reivindicar é importante, mas fundamental é mudar atitudes e comportamentos para salvar o planeta.

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