PubhD UMinho celebra três anos!

O PubhD UMinho celebra três anos e para tal efeméride há festa no Barhaus, em Braga. O ponto de partida? Celebrar a ciência!

O encontro está marcado para a próxima quinta-feira, dia 24 de janeiro, pelas 21h15 reunindo duas investigadoras, uma engenheira química e uma educadora musical.

A entrada é gratuita e o público é que faz as perguntas.

Recorde-se que há três anos em Braga, o PubhD UMinho surgiu no âmbito do movimento internacional PubhD, nascido em Nottingham no ano de 2014.

Em Portugal, o PubhD começou por Lisboa (outubro 2015), seguindo-se Braga e Guimarães três meses depois (janeiro 2016). Muito graças à dinâmica instalada no nosso país o PubhD conta hoje com sete iniciativas promovidas por cientistas e investigadores de norte a centro do país.

Refira-se que o PubhD UMinho é dinamizado em Braga pelo STOL-Science Through Our Lives – um projeto do Departamento de Biologia da Universidade do Minho orientado para a comunicação e divulgação de ciência.

Desde Setembro de 2018 o PubhD UMinho realiza-se exclusivamente em Braga e já conta com 33 sessões e a participação de 72 investigadores.

A sessão de dia 24 de janeiro

Ana Rita está determinada em demonstrar que é possível inibir a agregação de proteínas, característica do cérebro de doentes de Alzheimer, recorrendo a compostos complexos desenvolvidos em laboratório.

Se conseguir obter os resultados que espera, a engenheira e mestre em Engenharia Química comprovará a inibição da formação dos agregados diretamente responsáveis pela diminuição das ligações nervosas no cérebro, e consequente perda de memória dos doentes com Alzheimer.

Refira-se que a pesquisa decorre, desde 2015 no Centro de Investigação 3B’s sob orientação de Ricardo Pires, no âmbito de uma tese de Doutoramento em Terapias Avançadas em Saúde.

Janete Ruiz é, por sua vez, cantora, professora do Conservatório de Guimarães e diretora coral dos Jovens Cantores e prepara-se para defender uma investigação de seis anos construída em torno do papel da linguagem figurativa na pedagogia coral infantil.

O estudo de caso que desenvolveu na especialidade de Educação Musical do Programa de Doutoramento em Estudos da Criança da Universidade do Minho levou-a concluir que a linguagem figurativa potencia diversas competências na aprendizagem infantil e apresenta usos distintos nos diferentes ramos de ensino da música em Portugal.

A possibilidade de fornecer a professores e maestros de coros infantis, informação organizada e hierarquizada sobre o potencial formativo de diversas metáforas e figuras de estilo é a grande vantagem prática desta pesquisa

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