Colares de âmbar a bebés? Não…

A Agência de Alimentos e Fármacos norte-americana (FDA) avisa os pais para não darem aos bebés os populares colares de dentição âmbar devido a risco de estrangulamento.

Os colares de âmbar usados para a dentição e também como brinquedo sensorial para crianças com autismo ou hiperatividade foram associado a diversos incidentes e até a mortes infantis.

O aviso surge após a Agência de Alimentos e Fármacos norte-americana (FDA) ter reportado o caso de um bebé do sexo masculino de 18 meses, estrangulado até à morte, devido ao uso de um colar de âmbar, enquanto fazia a sesta.

A dentição dos bebés, entre os quatro e os seis meses de idade, é um processo doloroso e por vezes as crianças ficam transtornadas e começam a mastigar qualquer objeto que encontrem de modo a aliviar o desconforto sentido. Este tipo de joalharia para os dentes surgiu como uma solução para o problema, já que os bebés a podem usar a todo o momento e mordê-la quando sentem necessidade.

Os fabricantes garantem ainda que a resina – componente destes objetos – ajuda a aliviar a inflamação e as dores.

Mas a FDA, alertou num comunicado: “Queremos que os pais estejam a par que os colares e pulseiras de âmbar constituem um risco de ferimento e até de morte para os bebés, incluindo para as crianças mais velhas e com necessidades especiais”.

“Os consumidores devem ter em conta outros métodos alternativos para aliviar as dores dos bebés, incluindo massajar as gengivas inflamadas com um dedo limpo ou usar um anel dental feito de borracha”.

A FDA reforça que o uso de colares de âmbar coloca as crianças em risco de estrangulamento, asfixia, pode provocar ferimentos e infeções na boca.

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