Mãe forte, filho(s) forte(s)

Quem o assegura é Luiza Fletcher, num artigo publicado na revista “O Segredo”. E é bem capaz de ter razão. Saiba porquê!

Segundo a articulista, quando se tem uma mãe forte, tem-se o melhor modelo a seguir.

Se não, vejamos: uma mãe forte ensina o filho a reconhecer o seu próprio valor desde cedo e aprende-se que não se precisa de outra pessoa na vida para ser feliz e bem-sucedido.

Com uma mãe forte, aprende-se a estar no mundo, sem medo e vergonha, a ser independente, a lutar e vencer sozinho, a cuidar de si ,

e atender a suas próprias necessidades, porque sabe que ninguém está aqui para viver a sua vida por você.

Com uma mãe forte, aprende-se a amar-se e a valorizar-se, acima de tudo e todos, acima de qualquer amizade, de qualquer amor.

Com uma mãe forte, aprende-se o que é o amor verdadeiro, aprendendo ainda a tratar as pessoas com cuidado e dedicação e a diferenciar relacionamentos autênticos dos tóxicos e, principalmente, aprende a manter por perto pessoas que acrescentam e a deixar ir aquelas que apenas o colocam para baixo.

Com uma mãe forte, aprende-se a ser forte e que ser forte também é chorar e pedir ajuda.

Com uma mãe forte, aprende-se a não desistir de si mesmo, acreditando no seu potencial, nos seus princípios, na sua capacidade de ser feliz e concretizar os seus sonhos.

Com uma mãe forte, nunca se está sozinho. Uma mãe forte, apesar dos erros, levanta e abraça para curar todas as feridas.

Uma mãe forte faz um filho forte! Porque a fortaleza, como o amor, não aprende nos livros, mas no que se vive e se testemunha!

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